
Uma ação coletiva na Califórnia contra grandes marcas de ração por «químicos eternos» nas embalagens se aproxima da certificação. O que as marcas DTC devem aprender antes de chegar à sua gôndola.
Uma ação federal no Distrito Norte da Califórnia contra a The J.M. Smucker Co. e a Post Consumer Brands — alegando que PFAS nas embalagens de ração contradiziam as promessas de marketing de alimentação «saudável» — avançou rumo à certificação de ação coletiva no fim de 2025, com a juíza considerando plausível, nesta fase, a teoria de confiança dos autores.
Seja qual for o desfecho, o sinal para as marcas emergentes é claro: a composição da embalagem está se tornando uma questão de confiança do consumidor e de litígio, e não uma simples nota de rodapé de conformidade. A defesa é barata: compre de fabricantes que forneçam declarações escritas de ausência de PFAS e de contato alimentar, arquive laudos de migração e composição e garanta que toda alegação «seguro» ou «natural» em sua embalagem tenha respaldo documental.
Transparência hoje custa uma ligação; a alternativa custa muito mais.
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